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Stampa : da Jornal de noticias: Politica scolastica e precariato - 31 agosto 2010
Inviato da admin_CUSMA il 31/8/2010 10:20:00 (511 letture)

Altro paese - il Portogallo, medesimo problema - precariato dei docenti.

Nacional

30 mil professores ainda sem colocação Ontem
Gina Pereira

Cerca de 30 mil professores contratados terão ficado de fora no concurso nacional, cujas listas foram hoje, segunda-feira, publicadas, dois dias antes de os professores terem de se apresentar nas escolas. As contas são dos sindicatos, que lamentam tanta precariedade.

A promessa do Ministério da Educação (ME) era de que, durante o dia 30, hoje, segunda-feira, seriam publicadas no sítio electrónico da Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação as listas de colocação dos professores contratados para o ano lectivo 2010/2011.

Mas os milhares de professores que se candidataram a uma vaga no ensino público e que aguardavam ansiosos por notícias tiveram de esperar até cerca das 17 horas para saberem se tinham ou não ficado colocados. Até então, as páginas electrónicas do ME e da Direcção Geral estiveram indisponíveis, sem que houvesse uma justificação para o efeito.

Os números de candidatos e de quantos professores ficaram de fora do concurso não foram revelados pelo ME mas, pelas contas da Federação Nacional de Educação (FNE) e da Fenprof, mais de 30 mil não terão sido colocados.

Ao JN, João Dias da Silva, da FNE, disse que houve mais de 10 mil professores reconduzidos, cerca de oito mil contratações em horário completo ou incompleto, mas mais de 30 mil continuarão à espera de colocação. Alguns poderão consegui-la ainda ao longo do ano lectivo à medida que as escolas forem necessitando de colmatar ausências de professores, como os casos de aposentação, baixas por doença ou licenças de parto.

Contudo, a principal crítica de João Dias da Silva vai para o número “excessivo” de professores que continua a trabalhar em regime de contrato e precariedade. Serão cerca de 20 mil, “alguns há oito, nove, dez anos”, uma situação que a FNE considera inaceitável visto que são professores que fazem falta ao sistema.

Em comunicado, a Fenprof considerou que o número de professores colocados confirma que as escolas e os agrupamentos “têm os seus quadros sub-ocupados ou sub-dimensionados” e voltou a defender como “única alternativa” a realização de um concurso, em 2011, para ingresso nos quadros.

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Stampa : da repubblica.it - Licei, il classico non piace più crollano le iscrizioni alle prime
Inviato da admin_CUSMA il 28/8/2010 2:51:59 (563 letture)

da Repubblica.it

IL CASO

Licei, il classico non piace più (Cesena in controtendenza) crollano le iscrizioni alle prime

Ecco i dati del Ministero. Boom per i linguistici

di S. INTRAVAIA

ROMA - Crollano i licei classici e decollano i linguistici dell'era Gelmini. Bene scientifici e artistici, in crescita rispetto all'anno scorso. Continuano invece a perdere iscritti gli istituti tecnici e i professionali. In vista della prossima apertura dell'anno scolastico, il ministero dell'Istruzione ha completato la raccolta dei dati riguardanti gli alunni iscritti nelle classi della scuola secondaria di secondo grado, che quest'anno avvia la riforma partendo dalle prime.

Tra rinvii e polemiche, lo scorso mese di marzo, famiglie e studenti italiani hanno scelto tra i nuovi licei previsti dalla riforma (classico, scientifico, delle scienze umane, linguistico, artistico, musicale/coreutico), i nuovi indirizzi dell'istituto tecnico e quelli dell'istituto professionale riformato.

Soltanto adesso è possibile avere una fotografia degli indirizzi promossi e di quelli bocciati da ragazzi e genitori. Il confronto con gli iscritti in prima dello scorso anno è significativo: i licei classici perdono una fetta considerevole di alunni ed è boom per i licei linguistici di nuova formazione. Nel 2009/2010, su 100 ragazzi delle prime classi 10 avevano scelto il ginnasio e 22 lo scientifico. A settembre le new entry al classico saranno appena 7 su 100, mentre allo scientifico quasi 23.

Ad incontrare il favore dei ragazzi, sembra essere soprattutto l'opzione Scienze applicate: il corso di studi del liceo scientifico senza il Latino, ma con Scienze potenziate e Informatica. I detrattori, lo hanno subito battezzato "scientifico light", ma sembra gradito ai ragazzi. Un dato che contribuisce a confermare la crisi dell'istruzione classica.

Tra i nuovi licei, ha fatto il pieno di iscritti il linguistico, fino all'anno scorso relegato ad indirizzo sperimentale soltanto in alcuni licei socio-psico-pedagogici: gli ex magistrali. Da settembre infatti tutte le sperimentazioni sono state cancellate: continueranno soltanto per coloro che devono concludere il corso di studi intrapreso l'anno scorso e negli anni precedenti. Da solo, il nuovo liceo gelminiano ha messo raccolto quasi 34 mila adesioni, una parte delle quali sottratte, con tutta probabilità, ai classici che proponevano sperimentazioni con la lingua straniera potenziata e certamente agli ex istituti magistrali, che nonostante l'opzione economico-sociale, fa registrare un calo superiore ad un punto percentuale.

Dopo anni di difficoltà, i licei artistici, che dal prossimo anno assorbono gli ex istituti d'arte, sembrano in ripresa. Sono stati gettonati da quasi 4 studenti su 100, più del 2009/2010. Discorso a parte per il liceo musicale e coreutico nuovo di zecca, ma di fatto a numero chiuso. I 38 istituti autorizzati in tutta Italia ad attivare una prima classe hanno dovuto procedere ad una selezione e non è possibile al momento stabilire il gradimento delle famiglie italiane.

Le novità introdotte dalla Gelmini per gli istituti tecnici e gli istituti professionali (meno materie, più ore di laboratorio e orario più corto) non sono riuscite al momento a risollevare le sorti degli istituti che hanno contribuito al boom economico degli anni sessanta. I primi continuano a perdere consensi: meno 2,3 per cento in meno di un anno fa. I secondi, perdono poco meno di un punto. Ma gli istituti che nelle intenzioni del legislatore dovrebbero colmare il gap esistente in Italia tra domanda di tecnici specializzati da parte delle aziende e offerta da parte delle scuole e dell'università potrebbero essere rivalutati l'anno prossimo.

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Stampa : da Sapo.pt - Sicurezza: dal prossimo settembre verrà installato in 700 scuole portoghesi un sistema di videosorveglianza
Inviato da admin_CUSMA il 26/8/2010 17:00:00 (513 letture)

da sapo.pt - 26.08.2010

Videovigilância instalada em 700 escolas já em Setembro

SICUREZZA: Dal prossimo settembre verrà installato in 700 scuole portoghesi un sistema di videosorveglianza. Entro dicembre si arriverà a 1000. L'installazione di questo servizio però, sta suscitando polemiche e pareri discordanti.

Até Dezembro, mil escolas estarão equipadas com rede de câmaras destinada a reforçar a segurança, dentro e fora do espaço

Cerca de 700 escolas dos 2.º e 3.º ciclo e secundário vão arrancar este ano lectivo com o sistema de videovigilância, número alargado para mil, até Dezembro. Outros 200 estabelecimentos de ensino aguardam a conclusão das obras de requalificação levadas a cabo pela Parque Escolar, para poderem instalar a rede de câmaras.

Os números foram avançados ao DN por fonte oficial da ONI, a empresa que ganhou o concurso público lançado há dois anos pelo Ministério da Educação e que prevê equipar 1200 escolas com esta rede de vigilância. Depois da polémica instalada entre a ONI e a Compta (ver caixa), e dos atrasos motivados pela impugnação do mesmo, e pela intervenção do Tribunal de Contas, a rede vai mesmo avançar na maioria das escolas já em Setembro. O projecto terá um custo de 24 milhões de euros, diluído ao longo de três anos.

No arranque do ano lectivo, haverá 700 escolas com o sistema completamente instalado e pronto a funcionar. Aliás, "um número significativo destas escolas já funcionou no ano lectivo anterior", explicou a ONI. E a inovação, garante a empresa, teve "uma recepção muito positiva por parte das escolas e das direcções regionais". Nos restantes 300 estabelecimentos, a rede está ainda a ser instalada e preparada, mas ficará operacional até ao Natal.

Para mais tarde ficam as 200 escolas secundárias onde a Parque Escolar está a intervir. Nessas, "foi necessário redefinir e recalendarizar o planeamento do projecto".

A instalação deste serviço gerou polémica. Por um lado, porque as câmaras levantavam dúvidas sobre a garantia de privacidade de alunos, professores e funcionários. Por outro, porque a Compta, discordando da adjudicação à ONI, acusou o ministério de falta de transparência e de optar por uma solução dez milhões de euros mais cara. A empresa apresentou mesmo uma providência cautelar para travar o processo. O caso viria a ser desbloqueado pelo Tribunal de Contas, que aprovou o contrato com a ONI.

Para garantir a privacidade, a Comissão Nacional de Protecção de Dados estabeleceu regras para a instalação das câmaras nas escolas. Não podem estar direccionadas para zonas de recreio e salas de aula, mas apenas em locais de acesso à escola e nas suas imediações, explicou ao DN Isabel Cruz, da comissão. Foi ainda criado um mecanismo electrónico para agilizar a autorização dada pela comissão a cada escola.

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Stampa : Professione docente - On line il numero di settembre di Professione docente.
Inviato da admin_CUSMA il 25/8/2010 20:32:55 (478 letture)

GILDA/FGU - 25.08.2010


Professione docente - On line il numero di settembre di Professione docente.

clicca.....sotto sul link

http://www.gildains.it/news/dettaglio ... fessione%20docente&id=912

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Stampa : da tuttoscuola.com
Inviato da admin_CUSMA il 21/8/2010 20:20:00 (537 letture)

Gelmini: nessuna difficoltà per l'avvio del nuovo anno

"Non vedo difficoltà per quanto riguarda l'apertura dell'anno scolastico, in modo particolare nella scuola primaria e nella scuola secondaria di primo grado, la scuola media, perché da quest'anno non ci sono particolari innovazioni o particolari modifiche".

Lo ha detto il ministro dell'istruzione, Mariastella Gelmini, in occasione della sua partecipazione a un incontro promosso da CortinaIncontra.

"Ho sentito telefonicamente lo staff che ho al ministero e i direttori scolastici regionali" - ha proseguito la Gelmini. "Tra l'altro abbiamo fatto 10.000 immissioni in ruolo recentemente, di giovani precari, quindi l'anno scolastico dovrebbe essere avviato in maniera normale, come gli altri anni. Forse è stato più difficile l'anno scorso con l'introduzione del maestro unico di riferimento, ma quest'anno particolari cambiamenti non ci saranno".

Cambiamenti importanti ci saranno invece, quest'anno, nella scuola secondaria superiore, con i relativi problemi di resistenza, adattamento, gestione delle innovazioni, particolarmente rilevanti negli istituti tecnici e professionali. Ma questo la Gelmini non lo ha detto...

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Stampa : da Tecnica della Scuola:
Inviato da admin_CUSMA il 14/8/2010 19:50:00 (923 letture)

da Tecnica della Scuola

Precari, il Tar di Salerno dice sì agli scatti d’anzianità

di A.G.

Vanno accreditati a partire dal terzo anno, come avviene per il personale di ruolo: decisiva la non abrogazione dell’art. 53 della legge n. 312/1980.

Ricorsi simili sono stati patrocinati dalla nostra associazione professionale-sindacale GILDA/FGU in tutta Italia , in alcune province l'esito è già stato positivo, in altre (Forlì-Cesena) siamo in attesa della sentenza, in altre ancora (Rimini) i nostri legali stanno avviando le procedure, comunque sempre a fianco dei precari

La sentenza di Salerno quindi non rappresenta una novità assoluta: sia perché già altri Tar, del centro-nord, si sono espressi in queste direzione, sia perché della stessa problematica si sta occupando da tempo addirittura la Corte di Giustizia europea dei diritti dell’uomo.

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Stampa : da ItaliaOggi: Scuola - Sotto l'ombrellone 13 mila posti
Inviato da admin_CUSMA il 3/8/2010 10:18:33 (1420 letture)

da ItaliaOggi - 3.06.2010

Sotto l'ombrellone 13 mila posti
Campania, Puglia e Sicilia a stecchetto, boom in Lombardia
di Alessandra Ricciardi

Verso il consiglio dei ministri il decreto per assumere a settembre 10 mila docenti e 3 mila Ata

Chi è in attesa di una chiamata a tempo inderminato come maestro nella provincia di Napoli, può scordarsela. Con 200 esuberi, di assunzioni non ve ne sarà neanche l'ombra. Quella della scuola primaria napoletana è la punta di un iceberg che riguarda il Sud, in particolare Campania, Sicilia e Puglia.
Nella tornata di assunzioni che andrà in scena nei prossimi giorni, le tre regioni in questione resteranno pressoché a stecchetto: troppe le immissioni in ruolo fatte negli anni passati, ora hanno il problema opposto, quello degli esuberi. Qualche spiraglio si apre solo per il sostegno e per classi, tipo matematica, alle medie e superiori. È quanto trapela dal ministero dell'istruzione, che conta di portare al prossimo consiglio dei ministri il decreto di autorizzazione a 13 mila assunzioni a tempo inderminato per il prossimo anno. Il dicastero guidato da Mariastella Gelmini ne aveva chieste 26 mila: 20 mila insegnanti e 6 mila Ata, ovvero ausiliari, tecnici e amministrativi. Pare che dal Tesoro la disponibilità sia arrivata ma dimezzata: salvo sorprese dell'ultima ora, le immissioni dovrebbero riguardare 10 mila insegnanti e 3 mila Ata. Agosto sarà dunque un mese ad alta tensione per i tanti precari interessati alle assunzioni e per gli uffici impegnanti nelle procedure di immissione. Che avverranno in larga misura dalle graduatorie permanenti, visto che quelle dei concorsi sono quasi ovunque esaurite. Le 10 mila assunzioni dei docenti controbilanceranno in modo parziale i 30 mila posti liberi del prossimo anno, tanti se ne stimano al netto dei pensionamenti e degli esuberi. Questi ultimi raggiungerebbero quota 10 mila, 2 mila in più rispetto allo scorso anno. Le disponibilità più consistenti si hanno nella scuola media (10 mila posti), nella superiore (oltre 7 mila cattedre vacanti) nella primaria con 6.100 e nell'infanzia 5.500.
segue.......................................

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Stampa : da Tecnica della Scuola: Nuovi professionali: pubblicate le Linee guida
Inviato da admin_CUSMA il 31/7/2010 16:05:03 (469 letture)

da Tecnica della Scuola - 31.07.2010

Nuovi professionali: pubblicate le Linee guida
di Lara La Gatta

A distanza di due settimane dalla pubblicazione della Direttiva n. 57del 15 luglio 2010 contenente le linee guida per il riordino degli istituti tecnici, con la Direttiva n. 65 del 28 luglio 2010, inviata alla Corte dei conti per la registrazione, sono state definite le Linee-guida per il passaggio al nuovo ordinamento nell’a.s. 2010/2011 relativamente al primo biennio degli istituti professionali.
Anche in questo caso, si tratta di un documento piuttosto corposo, predisposto a cura del Gruppo tecnico di lavoro istituito con decreto dipartimentale n. 12/09, tenendo conto dei suggerimenti proposti dalle istituzioni scolastiche interessate e nel confronto con le associazioni disciplinari e professionali e le parti sociali.
Il testo contiene riferimenti ed indicazioni per la definizione del piano dell’offerta formativa e dell’organizzazione del curricolo per le classi interessate, nonché l’articolazione in competenze, abilità e conoscenze dei risultati di apprendimento. Parte integrante del documento è anche un breve glossario per rendere più comprensibile il linguaggio utilizzato.
Dopo la pubblicazione delle Linee guida prenderà il via un’ulteriore fase di misure nazionali, finalizzate soprattutto all’aggiornamento dei docenti e dei dirigenti scolastici.
“Il riordino degli istituti professionali – leggiamo nel documento - risponde all’esigenza di organizzare percorsi formativi quinquennali, finalizzati al conseguimento di un titolo di studio, fondati su una solida base di istruzione generale e tecnico-professionale riferita a filiere produttive di rilevanza nazionale che a livello locale possono assumere connotazioni specifiche”.
Gli elementi distintivi che caratterizzano gli indirizzi dell’istruzione professionale all’interno del sistema dell’istruzione secondaria superiore si dovranno basare, secondo i nuovi orientamenti, sull’uso di tecnologie e metodologie tipiche dei diversi contesti applicativi, sulla capacità di rispondere efficacemente alla crescente domanda di personalizzazione dei prodotti e dei servizi, che è alla base del successo di molte piccole e medie imprese del made in Italy, oltre che su una cultura del lavoro che si fonda sull’interazione con i sistemi produttivi territoriali.
Fattore imprescindibile per l’elaborazione del piano dell’offerta formativa degli istituti professionali è quindi rappresentato dalla stretta interrelazione con il territorio e il mondo produttivo. E gli strumenti per intrecciare la progettazione didattica della scuola con i piani di sviluppo locali e le esigenze formative degli studenti sono quelli offerti dall’autonomia didattica e organizzativa, arricchiti – secondo il Miur – proprio dalle opportunità messe a disposizione delle scuole dal regolamento sul riordino, che dovranno articolare l’offerta formativa puntando su progetti basati su tre parole-chiave: menti d’opera, professionalità e laboratorialità.

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Stampa : da Tecnica della Scuola - Accorpamento classi di concorso, critico parere del Cnpi
Inviato da admin_CUSMA il 29/8/2010 16:00:00 (1525 letture)

da Tecnica della Scuola 28.08.2010

Accorpamento classi di concorso, critico parere del Cnpi

Il Consiglio nazionale della pubblica istruzione ha emesso un parere, datato 26 agosto, fortemente critico sullo schema di regolamento recante le disposizioni per la razionalizzazione e l'accorpamento delle classi di concorso a cattedre e a posti di insegnamento. Per il Cnpi il regolamento "appare alquanto approssimativo".
Una rielaborazione del regolamento recante le disposizioni per la razionalizzazione e l'accorpamento delle classi di concorso a cattedre e a posti di insegnamento è stata richiesta dal Cnpi attraverso il parere emesso il 26 agosto.
Per l'organo supervisore dell'istruzione andrebbero risolti problemi tecnici come "quelli connessi agli insegnamenti cosiddetti atipici ed alla gestione delle graduatorie delle classi di concorso oggetto di accorpamento".
Inoltre, andrebbero "riconsiderati gli accorpamenti e le confluenze alla luce dell'emanando regolamento sulla formazione iniziale dei docenti e
monitorata la coseddetta fase di transizione anche ai fini dell'emanazione di provvedimenti a garanzia della qualità dell'istruzione ed a tutela del personale docente".

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Stampa : da "corriere della sera" Insegnante: LA CRISI DELLA PROFESSIONE
Inviato da admin_CUSMA il 27/8/2010 10:11:09 (734 letture)

da Corriere della Sera

LA CRISI DELLA PROFESSIONE
Perché chiediamo tanto alla scuola e a chi insegna riconosciamo poco

Senza introdurre riconoscimenti e incentivi legati al merito sarà difficile restituire autorevolezza ai docenti

Cosa pensa l'Italia — il mondo politico, l'opinione pubblica fatta anche, ovviamente, di milioni di genitori e studenti — dei propri insegnanti, appartenenti a una professione visibilmente sempre più in crisi come immagine sociale e identità collettiva? L’ormai prossimo inizio dell’anno scolastico dovrebbe indurre a interrogarci su una questione del genere.

Ma, nella realtà, poche cose sembrano suscitare in Italia uno scarso interesse come ciò che riguarda la scuola e gli insegnanti, nonostante le continue, ma retoriche, affermazioni sulla centralità dell'istruzione nel mondo globalizzato. L'opinione pubblica sembra poco interessata a discuterne forse perché sfiduciata dall’aver sentito richiamare troppe volte in passato l'elenco, apparentemente sempre uguale, dei problemi che affliggono il nostro sistema scolastico: gli alti costi (spendiamo per l’istruzione più della media Ocse) a fronte di risultati scarsi in termini di apprendimento, i forti squilibri regionali, la difficoltà a considerare il merito nelle carriere degli studenti, da un lato, e nella valutazione del lavoro degli insegnanti, dall’altro. Perfino su quest’ultimo punto su cui tutti si dicono d’accordo — l’introduzione di meccanismi retributivi che premino gli insegnanti migliori — quando qualche tentativo è stato fatto (da Berlinguer nel 1999, dal ministro Gelmini oggi) si è visto come l'accordo celasse spesso un'opposizione sostanziale.

Eppure, senza modificare il meccanismo di una carriera degli insegnanti basata solo sull'anzianità, senza introdurre riconoscimenti e incentivi legati al merito sarà difficile affrontare quello che è probabilmente uno dei maggiori problemi della scuola italiana, forse il principale visto che alla fine la scuola è ciò che la fanno essere i suoi insegnanti: la perdita di autorevolezza e prestigio di un corpo docente che si sente ogni anno meno motivato, in cui aumentano quanti accettano la propria professione soprattutto perché agli scarsi benefici economici e alla scarsa considerazione sociale corrisponde almeno la certezza del posto di lavoro.

È una crisi di prestigio sociale che ha avuto molte cause e molti responsabili, non esclusi gli stessi sindacati della scuola, che hanno contribuito a ridurre o quasi i problemi del corpo docente all'eterna questione dei precari. Il fatto stesso che una buona parte degli insegnanti siano entrati in ruolo dopo una lunga odissea da precari— fatta di sedi disagiate, di redditi incerti, di instabilità del posto di lavoro—ha inevitabilmente contribuito a incrinare il prestigio della categoria. Ma la perdita di status della professione è soprattutto il frutto delle trasformazioni che hanno investito il Paese nell’ultimo mezzo secolo. Ad esempio, con la crisi delle grandi agenzie di formazione— la Chiesa e la famiglia—che ancora cinquant'anni fa affiancavano la scuola italiana, quest’ultima si è trovata a dover sostenere un sovraccarico di richieste — quante volte abbiamo sentito dire che questo o quello è «responsabilità della scuola »? —alle quali difficilmente avrebbe potuto far fronte. In particolare, che si tratti del disinteresse dei giovani per la lettura o del mancato rispetto delle norme di comportamento, quante volte le famiglie non chiedono ormai alla scuola di ovviare alle proprie carenze?

Per di più, rispetto a qualche decennio fa è anche venuta a mancare quella figura dell’insegnante «gentiliano» che aveva caratterizzato le nostre scuole superiori ben dopo la caduta del fascismo. Un tale insegnante era circondato da prestigio e autorevolezza anche perché si sentiva, e come tale era riconosciuto dalla società circostante, membro di un ceto addetto alla conservazione/ trasmissione di una tradizione culturale. Era «gentiliano» anche se, come spesso accadeva, era politicamente di sinistra, ma di una sinistra che aveva appreso appunto da Gramsci (e da Gentile) ad apprezzare l’autorità e la tradizione. La rivoluzione culturale del ’68, la modernizzazione del Paese e mille altre cose ancora hanno portato alla scomparsa di quei professori dotati di forte prestigio sociale e, prima ancora, alla scomparsa delle certezze culturali in cui essi operavano. Non basterà certo introdurre nella retribuzione degli insegnanti una percentuale legata al merito per restituire autorevolezza alla loro professione. Ma se fossimo tutti più consapevoli di quanto il futuro del Paese dipenda anche dalla considerazione di cui gode il corpo docente, sarebbe già un primo, apprezzabile risultato.

Giovanni Belardelli

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Stampa : da tuttoscuola.com - Mancanza di organici? Si provvede con le ore aggiuntive
Inviato da admin_CUSMA il 26/8/2010 12:10:46 (459 letture)

da tuttoscuola.com

Mancanza di organici? Si provvede con le ore aggiuntive

La situazione critica degli organici sta determinando in molte province difficoltà nel far fronte al fabbisogno delle ore necessarie per il servizio.

Nei giorni scorsi alcuni dirigenti di Uffici scolastici provinciali, come ad esempio quello di Firenze, lamentavano la riduzione dell'organico di diritto, arrivata inaspettatamente ai primi di agosto. Come far fronte alla situazione imprevista?

Sta prendendo piede sempre più, rispetto agli scorsi anni, il ricorso alle ore aggiuntive che vengono messe a carico dei docenti dell'istituto (ma aggiungiamo noi sottratte ai docenti precari).

Il contratto nazionale prevede che un docente possa prestare fino a sei ore in aggiunta al proprio orario di cattedra. Si tratta di una disponibilità che i docenti possono accettare volontariamente ma, a quanto sembra, molti di loro non disdegnano questo supplemento di lavoro, vista anche la situazione di crisi economica nazionale.

In questo modo, ad esempio, la mancanza di un posto di lavoro (pari a un fabbisogno di 18 ore settimanali) può essere compensata con tre docenti della stessa materia che si accollano l'onere di 6 ore aggiuntive ciascuno.

Alla fine di tutta l'operazione l'Amministrazione scolastica può dimostrare al Ministero dell'economia e finanze che il numero dei posti autorizzati è quello previsto. Il di più delle ore aggiuntive è un "fuori sacco" che non appare.

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Stampa : ItaliaOggi: Il nuovo anno perde 20 mila posti - Con la Gelmini i tagli più consistenti degli ultimi dieci anni
Inviato da admin_CUSMA il 24/8/2010 14:50:10 (516 letture)

ItaliaOggi

Il nuovo anno perde 20 mila posti - Con la Gelmini i tagli più consistenti degli ultimi dieci anni

La Gelmini è riuscita lì dove in molti hanno fallito. Complice la clausola di salvaguardia affinata dal ministro dell'economia, Giulio Tremonti, il ministro dell'istruzione sta riducendo per davvero l'organico della scuola: sotto la sua guida il numero dei docenti a tempo indeterminato e determinato fino al termine delle lezioni si avvia a scendere sotto quota 700 mila. Erano 720 mila nel 2000/2001, sono arrivati a 701 mila lo scorso anno. Con l'entrata in vigore della seconda annualità della riforma della scuola, da settembre i tagli in organico di diritto complessivamente saranno di altri 20 mila posti, 5 mila in organico di diritto. E così si sta diffondendo a macchia d'olio la protesta dei precari che quest'anno non avranno più il rinnovo del contratto. In questi giorni gli uffici provinciali infatti stanno definendo le nomine a tempo indeterminato, complessivamente 16 mila, e la lista delle disponibilità per le supplenze, che spesso sono dimezzate rispetto allo scorso anno se non annullate. Alle manifestazioni spontanee di protesta si stanno per affiancare, a inaugurare il nuovo anno, quelle strutturate di vari sindacati, in testa la Flc-Cgil. I dati relativi alla scuola 2009/2010 dopo la cura Gelmini-Tremonti, appena analizzati dallo stesso dicastero dell'istruzione nell'annuale rapporto, recitano: 10.452 istituzioni scolastiche, con una flessione di 297 unità in un anno, 41.902 punti di erogazione del servizio (92 in meno rispetto all'anno 2008/2009), 370.711 classi (4.235 in meno). Il tutto a fronte di un incremento della popolazione scolastica, che è passata dai 7.768.071 studenti del 2008/2009 ai 7.804.711 del 2009/2010, con una variazione positiva di 36.640 unità. A tale aumento, si legge nel rapporto, corrisponde un decremento di docenti con contratto a tempo indeterminato o determinato annuale (701.646 con una flessione di 23.527 unità) e con contratto a tempo determinato fino al termine delle attività didattiche (93.696 pari a meno 16.857 unità) e di personale amministrativo, tecnico e ausiliario con contratto a tempo indeterminato e determinato (231.118 unità complessive con meno 14.157 unità. Restano poi da scontare gli effetti del 2010-2011. Obiettivo, spiegano dal ministero, riportare il rapporto docenti/alunni alla media europea. Intanto, in alcune realtà sta emergendo che di posti disponibili per le supplenze di durata annuale non ce ne saranno. Il caso emblematico a Palermo dove il taglio sarà di circa 1200 posti, 500 di soli ausiliari, tecnici e amministrativi. Con il record della primaria che vedrà zero assunzioni a tempo indeterminato e zero supplenze. Ieri è finito in ospedale, per lo sciopero della fame che durava dal 17 agosto, uno dei precari storici che ha dato vita alla protesta: 25 anni di lavoro alle spalle, nessuna prospettiva di contratto per il prossimo anno. Complessivamente la Sicilia sconterà oltre 4 mila posti in meno. Una vera emergenza occupazionale. «Rivendichiamo la nostra competenza in materia di assunzioni», protesta il governatore siciliano, Raffaele Lombardo.

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Stampa : da Tecnica della Scuola - Organici: adesso protestano anche i dirigenti degli USP
Inviato da admin_CUSMA il 20/8/2010 1:13:58 (487 letture)

da Tecnica della Scuola - 19.08.2010


Organici: adesso protestano anche i dirigenti degli USP


di R.P.
Succede a Firenze, il cui direttore dell'Ufficio scolastico provinciale scrive al Ministro per dire che in queste condizioni l'avvio dell'anno scolastico non potrà essere regolare. Manca anche il personale per fare le nomine.
In questi ultimi mesi alle proteste di sindacati, associazioni e comitati contro questo o quel provvedimento ministeriale abbiamo ormai fatto l’abitudine e quindi le stesse proteste rischiano di non essere neppure più notizie giornalistiche. Ne sanno qualcosa i precari che, per far sentire la propria voce, sono ormai costretti a fare lo sciopero della fame o a minacciare il blocco dello stretto di Messina.
Ma la notizia che arriva da Firenze è quanto meno strana.
Questa volta a protestare, e anche vivacemente, è Claudio Bacaloni, dirigente dell’Ufficio scolastico provinciale che, con una nota di tre pagine indirizzata al Ministro dell’Istruzione, ai dirigenti scolastici della provincia, alla prefettura, all’amministrazione provinciale e al direttore dell’Ufficio scolastico regionale, spiega senza troppi giri di parole che a settembre le scuole fiorentine si troveranno in grave difficoltà.
I problemi segnalati da Bacaloni, però, non riguardano solo gli organici delle scuole: c’è anche una questione, irrisolta da tempo e divenuta ormai insostenibile, relativa alla carenza di personale dell’ufficio provinciale.
Personale - scrive il dirigente nella sua lettera - sempre più scarso e persino “ampiamente demotivato” tanto da far parlare di “presumibile impossibilità ad assolvere compiutamente le incombenze istituzionali”.
Con personale carente e demotivato sarà impossibile, sostiene Bacaloni, garantire che entro la fine di agosto vengano espletate tutte le procedure indispensabili per dare avvio al nuovo anno scolastico.
Ma, sottolinea Bacaloni, a queste ormai difficoltà quest’anno se ne aggiunge un’altra: “Il tentativo (consueto e faticoso) dell’Ufficio di anticiparsi, predisponendo per tempo il quadro delle disponibilità di posti (presunti) per il personale da sistemare, quest’anno è stato frustrato, proprio il 5 agosto, dalla disarmante comunicazione per cui alla nostra provincia (ma non solo ad essa, peraltro) viene assegnato un numero di posti più basso di quello attribuito con l’organico di diritto”.
“Eppure - denuncia il dirigente - è noto nell’”ambiente” che, nel cosiddetto organico di fatto (ed inevitabilmente nelle scuole superiori), le ore di insegnamento non possono che aumentare, per effetto delle classi bilingui, del necessario sdoppiamento di laboratori (non considerati e non considerabili nell’organico di diritto), oltreché per l’imprevedibilità in assoluto del numero dei ripetenti”.
Come far fronte alla situazione ?
La soluzione, spiega Bacaloni, è del tutto obbligata: “Si è costretti a prendere iniziative di ulteriore contenimento, traducendole in soppressione di posti già presenti in organico di diritto, con perdita della sede da parte del titolare e frustrazione delle aspettative dell’utenza”.
All’iniziativa del dirigente dell’USP di Firenze si affianca la decisione di Flc-Cgil, Cisl-Scuola e Gilda-Unams di convocare, proprio per il primo giorno di scuola 15 settembre, una assemblea sindacale provinciale.
“Vogliamo dare all’opinione pubblica - affermano i tre sindacati - un segnale chiarissimo del forte ridimensionamento della scuola statale a causa della politica governativa, tesa da un lato alla sua destrutturazione e dall’altro a favorire la privatizzazione del servizio”.

19/08/2010

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Stampa : da Repubblica.it: Scuola, ecco i numeri delle assunzioni
Inviato da admin_CUSMA il 10/8/2010 1:26:33 (1167 letture)

da Repubblica.it - 9.08.2010

IL CASO
Scuola, ecco i numeri delle assunzioni
"Solo un terzo dei posti, precari a secco"


Le immisioni annunciate dalla Gelmini sono pochissime rispetto alle cattedre vacanti. In tutta la scuola elementare, ad esempio, solo 790 nuovi assunti a fronte di decine di migliaia in lista d'attesa. Sindacati divisi sulle nuove misure annunciate

di S. INTRAVAIA

Assunzioni col contagocce nella scuola. Le immissioni in ruolo annunciate giorni fa dal ministro Gelmini ai sindacati saranno una delusione per i 277 mila precari in attesa da anni di una sistemazione. Dei 10 mila posti concessi dal ministro dell'Economia, Giulio Tremonti, poco più di 5 mila andranno ai docenti di sostegno e la restante parte, 4.978 posti in tutto, per l'esattezza, saranno posti comuni. Una inezia rispetto alle attese di migliaia di supplenti, alcuni dei quali addirittura over 60. La scuola elementare, letteralmente falcidiata dai tagli del governo, avrà appena 790 posti. E dire che i posti rimasti vacanti, senza cioè un titolare, dopo i trasferimenti sono parecchi: quasi 30 mila.

segue.........................

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Stampa : dall'Unità: Unità: Istruzione, impiegati in ferie, rischio caos
Inviato da admin_CUSMA il 2/8/2010 17:00:00 (453 letture)

dall'UNITA' - 2 agosto 2010

Istruzione, impiegati in ferie, rischio caos

Fabio Luppino

Sì, sì, lasci qui la sua domanda. Ma io da domani vado in ferie...». «Scusi, e chi se ne occuperà, chi la seguirà, quando saprò...? ». «Cosa vuole che le dica, non io. Deciderà il dirigente. Arrivederci... ». Un dialogo in un provveditorato qualsiasi - o Csa o Usp, come si chiamano adesso - della penisola, di questi giorni.

Da una parte il professore che chiede di capire di quale morte deve morire; dall’altra l’impiegato fortememente irato per un lavoro da sbrigare quando la voglia non c’è più, frutto della a lungo colpevole indeterminatezza del ministero dell’Istruzione. Impiegato, a cui della riforma e del destino del professore non importa nulla. Ma è la condanna di ferragosto che Gelmini ha preparato per migliaia di docenti. Lo avevamo annunciato: la macchina per l’anno scolastico 2010/2011 è partita con grandissimo ritardo. Al ministro serviva, ad ogni costo, mettere i paletti della sua riforma, alle superiori. Fissare i tagli, la riduzione random delle ore. Che poi scuole e docenti non sappiamo ancora chi avranno, le prime, e dove, i secondi, poco importa. I sovrannumerari - segnate bene il termine, perché il prossimo anno oltre ai precari, il cui destino di senza lavoro è da tempo noto, saranno sempre di più - insegnanti di ruolo con cattedra quasi estinta, stanno combattendo la loro ennesima battaglia burocratica. Avevano tempo fino ad oggi per fare domanda di assegnazione provvisoria e sperare di avere cattedra completa in una o due scuole, a volte anche su tre. Quindi agosto doveva essere il mese con il massimo delle presenze negli uffici dell’Istruzione preposti. E invece gli impiegati vanno in ferie,come è giusto che sia. Chi decide, allora? I dirigenti possono ordinare a chi resta di fare il lavoro di cinque persone, naturalmente. Ma ci siete mai stati in un provveditorato? Ecco, se ci andate vi rendete conto che la storia della pratica, la vostra, che miracolosamente spunta fuori seppellita per mesi sotto un mare di altre scartoffie, è tutta vera. Locali e stanze polverose dove per gli indifesi docenti è importante conoscere anche il carattere dell’impiegato della loro «stanza» per affrontarlo a dovere, dopo file di ore in piedi, naturalmente. Succede, dunque, che le richieste di chiarimenti, miglioramenti cattedre (nei casi in cui ad un sovrannumerario vengano date scuole distanti e lui come un rabdomante ne scova un’altra più vicina a casa per non morire stecchito sulla tangenziale, andando da una scuola all’altra nella stessa giornata, e la chiede) avranno risposte ai loro quesiti se va bene qualche ora prima dell’inizio del prossimo anno scolastico, se non a rintocco della campanella già avvenuto. Stiamo parlando di persone tra i quaranta e i cinquanta anni. Perdenti cattedra in tutti i rami delle superiori, licei a parte, per i quali il taglio delle ore si avrà soltanto dal settembre 2011. È noioso ricordarlo, certo, ma il quadro dei primi di settembre nelle scuole sarà questo. 25mila precari senza più un posto di lavoro, un costo sociale altissimo che non sembra far parte delle epiche contese di queste ore tra finiani e berlusconiani, né di altri; perdurare della mancanza di ogni cosa riguardi il fare scuola, dalla carta per le fotocopie alla carta igienica. Come ogni anno ci hanno pensato i genitori. Pagando al momento dell’iscrizione dei loro figli il contributo volontario, tra i cento e i duecento euro, più alto, che proprio per la sua natura non sarebbero nemmeno tenuti a pagare.

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